Depois de vermos na televisão as cenas de um policial sendo alvejado por três marginais, que queriam roubar sua moto, o titulo acima vem a calhar. O policial reagiu a um assalto, um instinto natural do servidor que tem como profissão a defesa do cidadão de bem.
São cenas cada vez mais corriqueiras e ao que parece,estamos nos acostumando com elas. Assimilamos a violência e a inércia do estado como forma de nos proteger das agressões cada vez mais constante em nossas cidades. Estamos de cabeça baixa, enquanto as coisas acontecem do nosso lado.
O caso do policial assassinado com quatro tiros, covardemente, deixa claro que ele seria morto de uma forma ou de outra. Se ele não reage, e eles descobrem que era um policial, certamente morreria do mesmo jeito.
Gostei de ver na televisão dias atrás uma reportagem sobre os presídios superlotados, onde os presos não tinha sequer banheiros e tampouco comida decente. Vi e ouvi os representantes dos Direitos Humanos, até mesmo de outros países, criticando severamente o Brasil pelas condições sub-humanas a que submete a população carcerária, com suas celas abarrotadas de gente.
Confesso que não vi após o epsódio da execução do PM nenhum representante dos Direitos Humanos falar sobre o caso, dizer que a família do policial pode contar com o DH para ampara-la no que for possível, ou até mesmo cobrando das autoridades competentes maneiras de minimizar os casos morte em serviço de homens que dedicam sua vida em prol de nossa segurança.
falasefatos.com.br
segunda-feira, 15 de março de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário