quinta-feira, 25 de março de 2010

Questão de honestidade

“Se honestidade não desse lucro, eu me contentaria com o fato de deitar a cabeça no travesseiro e dormir... de consciência limpa”


Pr.Ezequiel Schacht em seu livro: “Nas tuas mãos”



Com certeza o pastor Ezequiel acertou em cheio ao colocar esta frase em seu livro. Ser honesto é questão que vem de berço. A “instituição” família é que forma pessoas com caráter honesto, ou não. Nossos pais nos ensinam quão valioso é ter a confiança de alguém. Nós aprendemos com o passar do tempo que muito mais do que ter, é ser.

Não consigo me ver passeando em um carro que comprei e não paguei. Não consigo me ver morando em uma casa adquirida com dinheiro ganho de forma ilícita. Já perdi muito dinheiro em compra e venda de carros, pois quando comprava o veiculo, o vendedor propagandeava maravilhas, logo depois lá estava eu encrencado. Era um motor quebrado, pneus ressequidos que logo estouravam, suspensão com borrachas compradas em balaio e pintura que geralmente só davam uma garibada para vender. Na hora era a coisa mais linda, passado alguns dias os defeitos começavam a aparecer. Receber o dinheiro de volta é coisa pra inglês ver. Porem na hora de vender eu sempre antes de entregar o carro e até mesmo para fazer o preço para a venda, já colocava ao comprador todos os defeitos, defeitos que eu paguei, e que na hora de vender descontei. Sempre achei ser melhor assim, pois nunca consegui dormir com a cabeça pesada por ter passado alguém pra trás.

É por isso que digo que honestidade não surge apenas nos momentos de fraqueza onde você poderia ter pego um objeto, escondido do dono, e não o fez, mas sim em todas as horas de sua vida. Como diz o pastor em seu texto: “É bom ser honesto nos negócios, na hora de pagar ou receber uma conta. É bom ser honesto nas relações entre as pessoas: com os amigos, os clientes, o cônjuge”

falasefatos.com.br

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