Explosões, tiros, tanques de guerra e outros carros militares devastaram as ruas de Bagdá, no Iraque. Sabemos que em um país assolado pelos males da guerra fica muito difícil manter ruas e calçadas em condições e por isso nem ligamos muito pra isso. Numa cidade onde a preocupação maior é com as pessoas que nos cercam, pois podemos ser mortos a qualquer instante sem sobre-aviso, assim do nada, as questões estruturais nem chegam a causar espécie.
Andar por lugares onde antes passava-se a pé ou de carro sem o perigo de cair num buraco ou quebrar uma roda, deixar suas casas abertas sem que isso ocasionasse o transtorno do pó invadindo sua residência, ou o barro em dias de chuva enlameando todo o entorno, não seria problema. Se fosse em Bagdá!!
No Iraque tem-se a desculpa da guerra. E em Montenegro? Qual é a desculpa?
Fazer as reformas e as obras que o município carece a tantos anos é com certeza algo digno de elogios, mas não tem desculpa pra tanta demora e tanta desorganização. Fazer a colocação da tubulação em um certo trecho e, ato continuo, recolocar o asfalto arrasado tem que ser item de contrato. Não pode uma prefeitura contratar uma obra, onde o estrago feito será o ultimo a ser reparado, sem contar o tempo que esta levando e os transtornos já causados por estas obras e as discussões envolvendo bitolas de tubulação e outras questões.
Terminou uma parte da obra, recoloque o que foi estragado e siga para a próxima etapa. Não façam de Montenegro uma Bagdá arrasada por empreiteiros ou por contratos mal elaborados.
falasefatos.com.br
quinta-feira, 18 de março de 2010
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