Toda vez que um prefeito quiser beneficiar, comprar, alugar, investir, obrigatoriamente (a não ser que seja por decreto) precisa enviar a câmara de vereadores projeto constando suas intenções e previsão de quanto gastará com aquela empreitada.
Pois bem: ao vereador cabe analisar e dar seu aval ou negar o procedimento. Na minha humilde opinião não deveria ser somente isto. O vereador ciente das intenções do administrador, antes de votar positiva ou negativamente, teria que ouvir a voz dos cidadãos.
Teria que saber a opinião daqueles que o elegeram para lhes representar. Por exemplo: O Prefeito resolve comprar um carro novo para o executivo. Manda um pedido à Câmara de vereadores para que seja aprovada a compra. O que deveria acontecer? Nada mais justo do que aquele vereador que eleito por uma comunidade se dirigisse a ela com as justificativas do prefeito para que fosse feita a aquisição do bem. Como também com uma opinião contraditória para que fosse analisada pela comunidade. Desta forma estaria ele verdadeiramente exercendo o papel de “procurador” do seu eleitor. Porque se a maioria daqueles que se fizerem presentes ao chamamento do edil, forem simpáticos a intenção do executivo, o voto do vereador será favorável ao pedido, mas se a maior parte achar que existe outras prioridades, justificadas, então o voto será negativo.
Se deixa desta forma o poder na mão de quem realmente merece tê-lo, colocando o vereador no seu verdadeiro papel: o de representante do povo. Além do mais, os nobres edis não podem fazer projetos que incluam gastos. Por isso se tiver que aprovar uma despesa, coloque a responsabilidade na população que o elegeu, pois se acaso no futuro descobrir-se que o voto estava errado, que deveria ter sido outro, não poderão os eleitores culpá-lo, porque ele fez realmente a vontade do povo.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Hospital Montenegro
Tanto se ouve falar em Hospital Montenegro que já rola uma intimidade. Nem lembro mais quando foi a ultima vez que se ouviu algo positivo com relação a esta casa de saúde. Foram anos para deixar pronto um prédio que tem uma estrutura fenomenal em termos de construção.
Porém ,como ratos roem roupas e cupins as paredes, o pobre hospital criado para ser um exemplo em atendimento, vem sendo duramente castigado por péssimas administrações durante estes últimos anos. A cada dia que passa a situação se torna mais precária. Hoje, dizem que o déficit mensal da instituição é de R$ 210 mil- por ano R$ 2,5 milhões de prejuízo. E de onde tirar dinheiro para tudo isto? O SUS paga a sua parte, que é uma miséria, mas paga. A prefeitura coloca o que pode e quando pode. Os municípios vizinhos pagam mais um pedaço. E mesmo assim não chega. É um saco sem fundo.
Com péssimo padrão de atendimento, falta de profissionais, baixos salários, atrasos e mais atrasos nos pagamentos de funcionários, enfim um caos total.
Eu só quero resposta para uma pergunta: Porque as prefeituras da região- num raio de 60,70 km de Montenegro- não se reúnem e compram este hospital? Para fazer dele um centro de referencia para a região, para que não precise se deslocar a Porto Alegre, dezenas de veículos, das secretarias municipais de saúde em busca de atendimento na capital. O dinheiro que o governo federal e o governo estadual repassam aos hospitais de Porto Alegre, para atender o interior, poderia ser colocado aqui neste hospital. O dinheiro que é gasto em viagens diariamente, poderia ser economizado e usado para atender os doentes em Montenegro, seriam menos horas na estrada, menos veículos congestionando o transito no entorno das casas de saúde da capital. É uma pergunta simples, alguém será que poderia responder?
E só pra encerrar: a mais ou menos um ano atrás os prefeitos foram a Brasília para um encontro com o presidente, e percorreram vários gabinetes de políticos na capital federal. Tenho como lembrança a comunicação feita por um vereador de Montenegro que dava conta de um investimento para a construção de um mini hospital na cidade. Onde foi parar este projeto? E ao invés de construir mais um complexo não poderia ser usado o que já está pronto? Afinal o que tranca um negócio como este?
Porém ,como ratos roem roupas e cupins as paredes, o pobre hospital criado para ser um exemplo em atendimento, vem sendo duramente castigado por péssimas administrações durante estes últimos anos. A cada dia que passa a situação se torna mais precária. Hoje, dizem que o déficit mensal da instituição é de R$ 210 mil- por ano R$ 2,5 milhões de prejuízo. E de onde tirar dinheiro para tudo isto? O SUS paga a sua parte, que é uma miséria, mas paga. A prefeitura coloca o que pode e quando pode. Os municípios vizinhos pagam mais um pedaço. E mesmo assim não chega. É um saco sem fundo.
Com péssimo padrão de atendimento, falta de profissionais, baixos salários, atrasos e mais atrasos nos pagamentos de funcionários, enfim um caos total.
Eu só quero resposta para uma pergunta: Porque as prefeituras da região- num raio de 60,70 km de Montenegro- não se reúnem e compram este hospital? Para fazer dele um centro de referencia para a região, para que não precise se deslocar a Porto Alegre, dezenas de veículos, das secretarias municipais de saúde em busca de atendimento na capital. O dinheiro que o governo federal e o governo estadual repassam aos hospitais de Porto Alegre, para atender o interior, poderia ser colocado aqui neste hospital. O dinheiro que é gasto em viagens diariamente, poderia ser economizado e usado para atender os doentes em Montenegro, seriam menos horas na estrada, menos veículos congestionando o transito no entorno das casas de saúde da capital. É uma pergunta simples, alguém será que poderia responder?
E só pra encerrar: a mais ou menos um ano atrás os prefeitos foram a Brasília para um encontro com o presidente, e percorreram vários gabinetes de políticos na capital federal. Tenho como lembrança a comunicação feita por um vereador de Montenegro que dava conta de um investimento para a construção de um mini hospital na cidade. Onde foi parar este projeto? E ao invés de construir mais um complexo não poderia ser usado o que já está pronto? Afinal o que tranca um negócio como este?
O lado bom da democracia
Hoje no país, a classe política, é uma das que menos crédito tem. Pipocam na mídia todos os dias notícias de escândalos. São desvios de verbas; licitações fraudulentas; pagamentos de propinas; dinheiro em cuecas e meias; propriedades compradas por R$ 3 milhões, quando o adquirente só ganha R$ 10 mil ou R$ 12 mil.
O pior de tudo isto é que ficam chorando pelos cantos, quando são criticados. Fazem papel de vitima, e na maioria das vezes ainda entram na justiça para reaver perdas devido ao “dano” que sofreram.
Já outros políticos, a cada oportunidade que tem de falar em publico, a primeira coisa que vem a cabeça, é a ameaça velada e o desabafo por ter sofrido uma crítica de algum cidadão.
O bom da democracia é isto. Podemos criticar o que está errado; elogiar o que é bem feito - como já fiz em outras oportunidades. As pessoas que não estão acostumadas com a democracia e com o direito de ir e vir de cada cidadão - pois tenho o direito de morar em qualquer município deste país - não deveriam nem mesmo se candidatar a qualquer cargo que fosse.
Aceitar que erra também faz parte da boa política. Ninguém aqui quer ser o Joãozinho-do-passo-certo, mas naquilo que pudermos colaborar para o desenvolvimento do município onde moramos e para a moralização política deste país, estejam certos que faremos a nossa parte. Seja criticando ou elogiando, a nossa maneira de ajudar é esta. Não queremos ofender um pai ou uma mãe de família, basta que não nos ofendam.
Tratar cada cidadão que paga seus impostos corretamente, com igualdade de tratamento é obrigação de um político honesto. Não estamos pedindo nenhum favor a eles, estamos pagando seus vencimentos com nossos impostos. Não é porque estão investidos de algum cargo público, que são donos da cidade, que podem fazer o que lhes der na cabeça. São simplesmente nossos representantes e depois de eleitos devem governar para todos e não só para aqueles que se apresentam como seus amigos do peito. O município, seja ele qual for, deve respeitar seus cidadãos, sob pena de se tornar uma ditadura branca, escondida sob um disfarce democrata.
O pior de tudo isto é que ficam chorando pelos cantos, quando são criticados. Fazem papel de vitima, e na maioria das vezes ainda entram na justiça para reaver perdas devido ao “dano” que sofreram.
Já outros políticos, a cada oportunidade que tem de falar em publico, a primeira coisa que vem a cabeça, é a ameaça velada e o desabafo por ter sofrido uma crítica de algum cidadão.
O bom da democracia é isto. Podemos criticar o que está errado; elogiar o que é bem feito - como já fiz em outras oportunidades. As pessoas que não estão acostumadas com a democracia e com o direito de ir e vir de cada cidadão - pois tenho o direito de morar em qualquer município deste país - não deveriam nem mesmo se candidatar a qualquer cargo que fosse.
Aceitar que erra também faz parte da boa política. Ninguém aqui quer ser o Joãozinho-do-passo-certo, mas naquilo que pudermos colaborar para o desenvolvimento do município onde moramos e para a moralização política deste país, estejam certos que faremos a nossa parte. Seja criticando ou elogiando, a nossa maneira de ajudar é esta. Não queremos ofender um pai ou uma mãe de família, basta que não nos ofendam.
Tratar cada cidadão que paga seus impostos corretamente, com igualdade de tratamento é obrigação de um político honesto. Não estamos pedindo nenhum favor a eles, estamos pagando seus vencimentos com nossos impostos. Não é porque estão investidos de algum cargo público, que são donos da cidade, que podem fazer o que lhes der na cabeça. São simplesmente nossos representantes e depois de eleitos devem governar para todos e não só para aqueles que se apresentam como seus amigos do peito. O município, seja ele qual for, deve respeitar seus cidadãos, sob pena de se tornar uma ditadura branca, escondida sob um disfarce democrata.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A atração de novos investimentos e a vocação de cada município
Atrair indústrias para os municípios é algo deveras elogiável. Todo bom administrador tem que ter esta preocupação, no sentido de arrecadar mais e com isto poder investir em saúde, educação e equipamentos que uma cidade precisa para servir bem o cidadão. Portanto, correr atrás de empresas para que se instalem no município, não é nenhum pecado e tampouco vergonha. É, na realidade, uma necessidade.
Coloco como único ponto negativo, nesta corrida por investimentos, a falta de critérios na escolha das empresas. Tenho como filosofia que: cada localidade tem sua vocação. Algumas são industriais, outras comerciais, turísticas, rurais... assim por diante. Portanto, colocar uma indústria metalúrgica onde a vocação é rural, com certeza causará um transtorno e não ajudará em nada o desenvolvimento da região.
A razão disto está na busca de mão-de-obra. Será necessário a capacitação de pessoas que nunca trabalharam neste setor, causando demoras na produção. Sem contar que buscar trabalhadores de outras regiões para suprir as vagas encarecerá demasiadamente o produto, pois o gasto com transporte e alimentos será colocado na planilha da empresa.
É por isso que eu insisto na “vocação” de cada município. Nosso interior, por exemplo, é agrícola. Então porque não trazer para nossa região empresas que industrializem aquilo que produzimos como: milho, frango, suínos, doces, gado e também a parte da silvicultura?
A mão-de-obra nós temos. Os filhos de agricultores, que a cada ano deixam a casa de seus pais rumo às cidades grandes em busca de empregos, certamente deixariam de migrar, pois encontrariam perto trabalho com os quais eles já lidam desde pequeninos.
E para que não se tenha reclamações quanto à escolha, pois alguns certamente querem crescer e ter uma profissão que lhe renda mais, as prefeituras podem muito bem, unidas, trazer para próximo deles, cursos profissionalizantes. Estes, cursos específicos para cada região.
Coloco como único ponto negativo, nesta corrida por investimentos, a falta de critérios na escolha das empresas. Tenho como filosofia que: cada localidade tem sua vocação. Algumas são industriais, outras comerciais, turísticas, rurais... assim por diante. Portanto, colocar uma indústria metalúrgica onde a vocação é rural, com certeza causará um transtorno e não ajudará em nada o desenvolvimento da região.
A razão disto está na busca de mão-de-obra. Será necessário a capacitação de pessoas que nunca trabalharam neste setor, causando demoras na produção. Sem contar que buscar trabalhadores de outras regiões para suprir as vagas encarecerá demasiadamente o produto, pois o gasto com transporte e alimentos será colocado na planilha da empresa.
É por isso que eu insisto na “vocação” de cada município. Nosso interior, por exemplo, é agrícola. Então porque não trazer para nossa região empresas que industrializem aquilo que produzimos como: milho, frango, suínos, doces, gado e também a parte da silvicultura?
A mão-de-obra nós temos. Os filhos de agricultores, que a cada ano deixam a casa de seus pais rumo às cidades grandes em busca de empregos, certamente deixariam de migrar, pois encontrariam perto trabalho com os quais eles já lidam desde pequeninos.
E para que não se tenha reclamações quanto à escolha, pois alguns certamente querem crescer e ter uma profissão que lhe renda mais, as prefeituras podem muito bem, unidas, trazer para próximo deles, cursos profissionalizantes. Estes, cursos específicos para cada região.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
O Lula me deixa confuso
Quase não acreditei ao ouvir que Lula chamou o ministro da justiça para conversar sobre a prisão do governador José Roberto Arruda, devido a preocupação do presidente com a situação política, que vem agitando Brasília desde o surgimento das denuncias de corrupção no governo do Distrito Federal. Nada mais louvável. A preocupação com certeza é valida. Mas daí a dizer ao comando da policia federal que deve ter cuidado para não expor demais a imagem de Arruda, já é demais!!
Brasília criou uma rede de corrupção tão sórdida, comandada por este político de quinta categoria, que não deveria nem mesmo precisar criar CPI para averiguar o caso. Tem que ser tratado diretamente pela policia federal, e os envolvidos devem ser algemados e trancafiados, para que não botem medo nas testemunhas, e o dinheiro que foi desviado fraudulentamente precisa ser devolvido, nem que para isto precise vender os bens dos envolvidos.
Se o nosso presidente ainda tem um pouco de amor por este país ele deveria sim é pedir à justiça que aja com rigor e rapidez, fazendo deste caso um exemplo, de que não suportamos mais o descaramento e o pouco caso que muitos políticos fazem da justiça e do povo Brasileiro.
O pior de tudo isto é que não adianta prender somente o governador, seu vice Paulo Otávio também já é bem conhecido por fatos de corrupção e outras falcatruas. E os deputados que recebiam as propinas? Não devem ser presos também?
Acorda meu País!
Brasília criou uma rede de corrupção tão sórdida, comandada por este político de quinta categoria, que não deveria nem mesmo precisar criar CPI para averiguar o caso. Tem que ser tratado diretamente pela policia federal, e os envolvidos devem ser algemados e trancafiados, para que não botem medo nas testemunhas, e o dinheiro que foi desviado fraudulentamente precisa ser devolvido, nem que para isto precise vender os bens dos envolvidos.
Se o nosso presidente ainda tem um pouco de amor por este país ele deveria sim é pedir à justiça que aja com rigor e rapidez, fazendo deste caso um exemplo, de que não suportamos mais o descaramento e o pouco caso que muitos políticos fazem da justiça e do povo Brasileiro.
O pior de tudo isto é que não adianta prender somente o governador, seu vice Paulo Otávio também já é bem conhecido por fatos de corrupção e outras falcatruas. E os deputados que recebiam as propinas? Não devem ser presos também?
Acorda meu País!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
O colono deve ser penalizado?
Já não é de hoje que a DOUX FRANGOSUL dá sinais de debilidade. Desde a crise da gripe aviária a mais de dois anos que o interior tem sentido na pele aonde é que a corda arrebenta. Sei de casos de produtores que ficaram sem receber mais de 9 lotes produzidos para esta empresa. Colonos que tiveram que tirar dinheiro do banco, economias de anos de trabalho, para pagar a energia elétrica,o gás e até mesmo o conserto e arrumações de aviários, que apesar do calote, a empresa exige que sejam feitas. Não pagam mas exigem!
Eu duvido muito que aquele produtor que usou seu dinheiro, que estava guardado para suprir eventuais necessidades de sua família, para continuar produzindo, ao receber os atrasados perceba com juros o que deixou de ser pago em dia pela DOUX.
Cobram a ração, as vacinas, exigem pinturas, limpezas externas, lonas em perfeito estado, ventiladores que consomem energia, fornalhas que custam uma fortuna, bebedouros e comedouros automáticos, enfim um investimento de R$ 150 mil, e em troca: Atrasam, e muito, os pagamentos devidos aos produtores. Será que na França acontece assim também? Me respondam: O salário de algum diretor da empresa esta em atraso? Devido a alguma crise, foram diminuídas as retiradas do primeiro e segundo escalão da empresa? Porque o produtor, que dá o lucro a empresa deve ser penalizado pela má administração da mesma? E por ultimo: nestes dois últimos anos por onde andavam os sindicatos da categoria que não se tocaram do que estava por acontecer?
Eu duvido muito que aquele produtor que usou seu dinheiro, que estava guardado para suprir eventuais necessidades de sua família, para continuar produzindo, ao receber os atrasados perceba com juros o que deixou de ser pago em dia pela DOUX.
Cobram a ração, as vacinas, exigem pinturas, limpezas externas, lonas em perfeito estado, ventiladores que consomem energia, fornalhas que custam uma fortuna, bebedouros e comedouros automáticos, enfim um investimento de R$ 150 mil, e em troca: Atrasam, e muito, os pagamentos devidos aos produtores. Será que na França acontece assim também? Me respondam: O salário de algum diretor da empresa esta em atraso? Devido a alguma crise, foram diminuídas as retiradas do primeiro e segundo escalão da empresa? Porque o produtor, que dá o lucro a empresa deve ser penalizado pela má administração da mesma? E por ultimo: nestes dois últimos anos por onde andavam os sindicatos da categoria que não se tocaram do que estava por acontecer?
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